segunda-feira, 29 de março de 2010

Até tenho vergonha!

Há tanto tempo que não escrevo nada aqui, mas não fui de férias. Tenho tentado manter o outro blogue.
Pensei que teria tempo para tudo. Há uns dias atrás, alguém enviou-me este poema, que eu arquivei na minha pasta.
Portanto veio mesmo a calhar.

Desejo-te Tempo!

Não te desejo um presente qualquer,
Desejo-te somente aquilo que a maioria não tem.

Desejo-te tempo, para te divertires e para sorrir;

Desejo-te tempo para que os obstáculos sejam sempre superados

E muitos sucessos comemorados.

Desejo-te tempo, para planear e realizar,

Não só para ti, mas também para os outros.

Desejo-te tempo, não para ter pressa e correr,

Desejo-te tempo para te encontrares,

Desejo-te tempo, não só para passar ou vê-lo no relógio,

Desejo-te tempo, para que fiques;

Tempo para te encantares e tempo para confiares em alguém.

Desejo-te tempo para tocares as estrelas,

E tempo para crescer e amadurecer.

Desejo-te tempo para aprender e acertar,

Tempo para recomeçar, se fracassares...

Desejo-te tempo também para poder voltar atrás e perdoar.

Desejo-te tempo, para ter novas esperanças e para amar.

Não faz mais sentido protelar.

Desejo-te tempo para ser feliz.

Para viver cada dia, cada hora como um presente.

Desejo-te tempo, tempo para a vida.

Desejo-te tempo. Tempo. Muito tempo!


E agora cá vou verificar as fichas de avaliação da turma de logo à tarde. Para que se saiba são só 7.00h da manhã.

















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