domingo, 27 de dezembro de 2009

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

2010

Carlos Drummond de Andrade
Uma receita de Ano Novo dada pelo poeta:

Receita de Ano Novo
Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor de arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação como todo o tempo já vivido(mal vivido ou talvez sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser,
novo até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)novo espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens(planta recebe mensagens?
passa telegramas?).
Não precisa fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar de arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto da esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um ano-novoque mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo de novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novocochila e espera desde sempre.

Texto extraído do "Jornal do Brasil", Dezembro/1997.
Conheça o autor e sua obra visitando "Biografias".

http://www.releituras.com/drummond-dezembro.asp


FÉRIAS!



Bem querida acrescentar a música, mas não consigo!

domingo, 20 de dezembro de 2009

“Um acordo é melhor que nada”, dizem europeus sobre Copenhaga - Ecosfera - PUBLICO.PT

“Um acordo é melhor que nada”, dizem europeus sobre Copenhaga - Ecosfera - PUBLICO.PT

Ministério perde 20 mil docentes em três anos - Portugal - DN

Ministério perde 20 mil docentes em três anos - Portugal - DN

BOM DIA MUNDO!

Sinto-me poderosa!



Sentada à minha secretária posso estar em contacto com alguém que está muito longe.



BOM DIA!



As notícias de hoje não são muito animadoras.



- A conferência de Copenhague não foi um sucesso.



- Cada vez há menos vagas para os professores.


Mas que fazer? Talvez pedir aos portugueses para terem + filhos!





Continua o mau tempo por aqui. Vou tentar sair de casa.


Tempo???????É o que me falta para fazer tudo o que quero.
Arranje tempo para ser amigo/ É a estrada para a felicidade./ Arranje tempo para sonhar/ É seu vagão a uma estrela engatar. / Arranje tempo para amar e ser amado/É o privilégio dos deuses./Arranje tempo para olhar ao redor/ O dia é muito curto para ser egoísta./ Arranje tempo para rir/ É a música da alma. (Oração inglesa).

Tempos de viagem

Tempos de viagem

Domingo

Daisypath - Free Christmas ticker: "Daisypath Christmas tickers"

Cá continuo as correcções, mas só faltam 5 dias para o Natal.

sábado, 19 de dezembro de 2009

Vou trabalhar, MUITO!

Jean de La Bruyère - Reflexões e Pensamentos - Citador: "Jean de La Bruyère
França
[1645-1696]
Escritor, Moralista

"Aqueles que gastam o seu tempo são os primeiros a queixar-se da sua brevidade."

92 Citações"

Jean de La Bruyère - Wikipédia, a enciclopédia livre

Jean de La Bruyère - Wikipédia, a enciclopédia livre: "Jean de La Bruyère
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

Jean de la BruyèreJean de La Bruyère (16 de agosto de 1645 - 10 de maio de 1696), foi um ensaista e moralista francês. De família burguesa, dedicou-se à advocacia, para então abandonar a profissão e se tornar tesoureiro geral de França no Tribunal das finanças da Generalidade de Caen. Foi amigo de Bossuet do fruto desta amizade nasceram os diários sobre o quietismo."

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Simpsons


20 anos da família Simpson!

Desgraças e neve


Criei uma rede social no "ning", não sei como fiz. Apareceu lá anúncios. Um deles é bocadinho "too much" e não sei com tirá-lo.

Outra aselhice. Este blogue está bloquedo na data. Esta manhã editei 3 mensagens e aparecem todas com a data de 5ª feira 17 de Dezembro. E agora?

Continua a nevar.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

SEXTA FEIRA


Está a nevar e eu aqui muito quentinha sentada a escrever e a ver a neve a cair na minha varanda.

Lá vou enfrentar a intempérie

Alice Vieira: trinta anos de livros e um romance para entregar hoje - Cultura - PUBLICO.PT

Alice Vieira: trinta anos de livros e um romance para entregar hoje - Cultura - PUBLICO.PT

PARABÉNS!

À ALICE VIEIRA 30 anos a publicar!
A Alice que me ajudou a transformar as minhas aulas com os seus livros. Que fez descobrir às minhas filhas o "mundo" da leitura.
Este ano estou a ler com 2 turmas o "Caderno de Agosto". Lá vamos...
Bem gostaria de fazer o que fiz em 2001/2002(?) Nesse ano Portugal foi o convidado de honra do "Salon du Livre" em Genève. A Alice veio a Genève e foi à escola suiça onde eu dava aulas falar dos seus livros. Foi um sucesso!
Havia 2 turmas que estavam também a ler em françês um dos seus livros. Nas minhas turmas liamos os mesmos em português.
Nessa escola havia mt gente verdadeiramente "gira". Professores suiços de origem espanhola e italiana que me embarcaram comigo nesta aventura. Já estão todos reformados. E eu com menos força para remar todos os dias contra a maré.
Apesar de tudo há uma obra de leitura obrigatória em todas as turmas. Mas é necessário controlar a leitura com fichinhas semanais. Caso contrário ninguém lia.
OBRIGADA e PARABÉNS ALICE VIEIRA

Horas a ler e ao computador fazem disparar a miopia - Portugal - DN

Horas a ler e ao computador fazem disparar a miopia - Portugal - DN

Miopia

A minha avó tinha razão quando me dizia:

"Ler faz mal aos olhos".

Segundo cientistas americanos o aumento da miopia deve-se ao aumento do número de horas passadas a trabalhar ao computador, a ver televisão e a ler.

Deve ser por isso que as leituras dos meus alunos "andam" tão atrasadas. Estão desculpados.



Presente de Natal!

"Quem és tu?" filme de João Botelho (1949) (adaptação de Frei Luís de Sousa de Almeida Garrett)
João Botelho frequentou o 5º ano do Curso de Engenharia Mecânica e posteriormente a Escola Superior de Cinema do Conservatório Nacional, tendo uma grande parte da sua formação cinematográfica sido fomentada em cineclubes de Coimbra e do Porto.
É um dos mais versáteis profissionais de cinema portugueses, tendo realizado filmes de diferentes estilos e participado noutros como assistente de realização, montador e decorador.
Começou a sua actividade com os documentários O Alto do Cobre (1976), Um Projecto de Educação Popular (1976) e Alexandre e Rosa (1978). A sua primeira longa-metragem, Conversa Acabada (1981), foi feita a partir da correspondência epistolar mantida entre os poetas Fernando Pessoa e Mário de Sá-Carneiro.
Quatro anos depois é um dos primeiros cineastas a tratar a questão da Guerra Colonial num filme de fundo. Um Adeus Português recebe os maiores elogios da crítica e vários prémios em festivais internacionais.
Em 1988 adapta à actualidade a obra Hard Times de Charles Dickens. Filmado a preto e branco, Tempos Difíceis aborda a industrialização na sociedade moderna e revela um rigor técnico que é uma das características da obra de João Botelho, que experimentará em 1992 o território do telefilme com No Dia dos Meus Anos, integrado na série "Os Quatro Elementos" da Rádio Televisão Portuguesa.
Aqui na Terra (1993) é uma co-produção luso-britânica sobre os medos e fantasmas dum economista na crise dos quarenta anos. A versatilidade de João Botelho começa a tornar-se mais visível a partir de Três Palmeiras (1994), um conjunto de pequenas histórias ligadas integrado no projecto "Lisboa, 24 Horas" da programação do sector de cinema de Lisboa, Capital Europeia da Cultura 94.
Tráfico (1998) é uma incursão desconcertante no âmbito da comédia, uma crítica à sociedade de consumo dos anos 90. Para celebrar os 25 anos decorridos sobre a Revolução de 25 de Abril de 1974 realiza o documentário Se a Memória Existe..., com depoimentos de vários "capitães de Abril".
Um outro documentário, Mãos na Pedra, Olhos no Céu (2001) antecede a adaptação de "Frei Luís de Sousa", a peça clássica de Almeida Garrett[1], a que acrescenta um prólogo sobre D. Sebastião e o mito do sebastianismo. O título será Quem És Tu? (2001).
Em 2002 regressa à comédia com o que define como um "panfleto cómico": A Mulher Que Acreditava Ser Presidente dos Estados Unidos é uma sátira ao poder exercido de forma incompetente por mulheres e homens.
Autoria: Alcides Murtinheira
Actores:
Patrícia Guerreiro
Suzana Borges
Rui Morrisson
Rogério Samora
José Pinto
Francisco D’Orey
Bruno Martelo

Almeida Garrett
João Baptista da Silva Leitão de Almeida Garrett
nasceu em 1799 no Porto e faleceu em Lisboa em 1854 .É provavelmente o escritor português mais completo de todo o século XIX, porquanto nos deixou obras-primas na poesia, no teatro e na prosa, inovando a escrita e a composição em cada um destes géneros literários.A vida Na infância recebeu uma formação religiosa e clássica.Concluiu o curso de Direito em Coimbra, onde aderiu aos ideais do liberalismo.Em 1823, após a subida ao poder dos absolutistas, é obrigado a exilar-se em Inglaterra onde inicia o estudo do romantismo (inglês), movimento artístico-literário então já dominante na Europa.Regressa em 1826 e passa a participar na vida política; mas tem de exilar-se novamente em Inglaterra em 1828, depois da contra-revolução de D. Miguel. Em 1832, na Ilha Terceira, incorpora-se no exército liberal de D. Pedro IV e participa no cerco do Porto.Exerceu funções diplomáticas em Londres, em Paris e em Bruxelas. Após a Revolução de Setembro (1836) foi Inspector Geral dos Teatros e fundou o Conservatório de Arte Dramática e o Teatro Nacional.Com a ditadura cabralista (1842), Garrett é posto à margem da política e inicia o período mais fecundo da sua produção literária. Durante a Regeneração (1851) recebe o título de visconde e é nomeado Ministro dos Negócios Estrangeiros.A obra Tem o grande mérito de ser o introdutor do Romantismo em Portugal ao nível da criação textual - processo que iniciou com os poemas Camões (1825) e D. Branca (1826).Ainda no domínio da poesia são de destacar o Romanceiro (recolha de poesias de tradição popular cujo 1.º volume sai em 1843), Flores sem Fruto (1845) e a obra-prima da poesia romântica portuguesa Folhas Caídas (1853) que nos dá um novo lirismo amoroso.Na prosa, saliente-se O Arco de Sant'Ana (1.º vol. em 1845 e 2.º em 1851), romance histórico, e principalmente as suas célebres Viagens na Minha Terra (1846). Com este livro, a crítica considera iniciada a prosa moderna em Portugal.E quanto ao teatro, deve mencionar-se Um Auto de Gil Vicente (1838), O Alfageme de Santarém (1841) e sobretudo o famoso drama Frei Luís de Sousa (1844).


FREI LUÍS DE SOUSAFrei Luís de Sousa
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Drama em três actos de Almeida Garrett, estreado em 1843 e publicado em 1844 com notas do autor, baseado livremente na vida de Manuel de Sousa Coutinho, que na vida eclesiástica assumiu o nome de Frei Luís de Sousa.
//
[editar] Resumo da Obra
Esta obra de Almeida Garrett aconteceu no decorrer do século XVI, retrata a vida de Manuel Coutinho e da sua esposa D. Madalena de Vilhena, uma mulher muito supersticiosa, que acredita que qualquer sinal que achasse fora do normal era uma chamada de atenção para acções futuras, um presságio. Enquanto que Manuel, um homem corajoso, patriota, provado historicamente que era possuidor de um grande amor por Madalena, não se importa com o passado da sua esposa, esta vive com muitos receios em relação ao facto do seu primeiro marido, D. João de Portugal, que, apesar de se pensar que terá sido morto na batalha de Alcácer Quibir, está ainda vivo e regressa a Portugal tornando ilegítimo o casamento de Manuel. Este facto valoriza o amor, mesmo contra os ideais sociais da época. O dramatismo desta obra é mais acentuado quando o autor concede ao casal uma filha, D. Maria de Noronha, uma jovem que sofre de tuberculose. Pura, ingénua, curiosa, corajosa, perfeitamente inocente dos actos dos seus pais, é a personificação da própria beleza e pureza que se consegue originar mesmo num casamento condenável. É-lhes concedido também um aio, Telmo Pais, que ainda é leal ao seu antigo amo, D. João de Portugal, para além de ser contra o segundo casamento de D. Madalena. Conselheiro atencioso e prestativo que tem um carinho enorme por D. Maria. O desfecho da obra é originado por Manuel de Sousa que incendeia a sua casa a fim de não alojar os governadores. Ao perceber que Manuel destruíra a sua própria casa, onde residia o quadro de Manuel, Madalena toma esta situação como um presságio, pressentindo que iria perder Manuel tal como perdeu a sua casa e o seu quadro. Consequentemente, Manuel vê-se forçado a habitar na residência que dantes fora de D. João de Portugal. Este regressa à sua antiga habitação, como romeiro, e frisa as apreensões de Madalena ao identificar o quadro de D. João. Com esta revelação, o casal decide ingressar na vida religiosa adoptando novos nomes: Frei Luís de Sousa e Sóror Madalena. O conflito desenvolve-se num crescente até ao clímax, provocando um sofrimento (pathos) cada vez mais cruel e doloroso. Esta obra está tão bem organizada, ou seja, os acontecimentos estão tão bem organizados, que nada se pode suprimir sem que se altere o conflito e o respectivo desenlace. Considera-se um drama romântico pois possui algumas características de um clássico: o nacionalismo, o patriotismo, a crença em agoiros e superstições, o amor pela liberdade (elementos românticos); indícios de uma catástrofe, o sofrimento crescente, o reduzido número de personagens, peripécias, o coro (elementos clássicos).
[editar] Temas
Um dos temas mais importantes da obra é, sem dúvida, o da liberdade de amar, mesmo contra as convenções sociais da época. A personagem de Maria de Noronha, a filha adolescente perfeitamente inocente dos actos de seus pais, é a própria personificação da beleza e da pureza que pode ser engendrada mesmo por uma relação socialmente condenável. A recepção da obra não deixou de ver nisto um paralelo com a vida do autor, que se separara da primeira mulher para viver em mancebia com D. Adelaide Pastor, da qual tivera igualmente uma filha ilegítima. O tema do amor livre interessou igualmente Alexandre Herculano e foi abundantemente glosado no segundo romantismo português, nomeadamente por Camilo Castelo Branco.
[editar] Importância
Frei Luís de Sousa, que continua a ser considerado um clássico da literatura de língua portuguesa e uma das criações máximas do seu teatro, foi inicialmente apenas lido a um grupo selecto de amigos do autor (entre os quais Herculano). A primeira representação fez-se em privado, no teatro da Quinta do Pinheiro, no mesmo ano de 1843, tendo o próprio Garrett desempenhado o papel de Telmo. A peça só teve a sua estreia pública em 1847, no Teatro do * 1 - Salitre, em versão censurada pelo regime cabralista. A versão integral só foi levada à cena no então Teatro Nacional (actual Teatro Nacional de D. Maria II) em 1850.
[editar] Bibliografia
1 - SOUSA (Frei Luís de) - ANAIS DE D. JOÃO III / com prefácio e notas do / Prof. M. Rodrigues Lapa / VOLUME I (e II) / LIVRARIA SÁ DA COSTA - EDITORA / Rua Garrett, 100 - 102 LISBOA (1938). 2 vols. O autor nasceu em Santarém em 1555, vindo a morrer no Convento dos Dominicanos de Benfica, em Lisboa em 1632. O seu nome Manuel de Sousa Coutinho adquiriu grande fama devido ao romance escrito por Almeida Garrett, Frei Luís de Sousa. Foi cavaleiro da Ordem de Malta, foi preso por piratas mouros e levado para Argel, quando navegava no Mediterrâneo. Na prisão conheceu Cervantes, que faz referência ao autor na sua obra « Los Trabajos de Persiles y Sigismundo». Regressou a Portugal e ficou em Valência, vindo depois para a sua casa de Almada, onde era Capitão-mor da vila e Guarda-mor da saúde. Para não receber em sua casa os governadores que a tinham requisitado, resolveu incendiá-la antes que eles chegassem. Casou com D. Madalena de Vilhena e do casamento teve uma filha, D. Ana de Noronha, morta ainda nova. Segundo se crê, foi por esse motivo que entraram os dois para o Convento, indo êle para o de São Domingos de Benfica e ela para o do Sacramento. Na Ordem, foi encarregado de continuar a Crónica da Ordem, começada por Frei Luís de Cácegas. Grande parte das sua obras literárias foram publicadas depois da sua morte. Exerceu o cargo de enfermeiro e viveu com grande austeridade.
http://faroldasletras.no.sapo.pt/frei_luis_de_sousa.ht

Aos meus alunos que resolveram "tirar férias" durante o lº período.
BOM NATAL! BOM 2010!
ANO NOVO VIDA NOVA!
SEJAM FELIZES!

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Será?

"Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Por isso, aprendemos sempre." Paulo FreirePaulo Freire
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Nota: Para outros significados de Paulo Freire, ver Paulo Freire (desambiguação).
Paulo Freire

Nome completo
Paulo Reglus Neves Freire
Nascimento
19 de Setembro de 1921Recife, Pernambuco
Morte
2 de Maio de 1997 (75 anos)São Paulo
Nacionalidade
Brasileiro
Ocupação
Educador
Escola/tradição
Marxista
Principais interesses
Educação
Idéias notáveis
Pedagogia crítica
Paulo Reglus Neves Freire (Recife, Brasil 19 de setembro de 1921São Paulo, Brasil 2 de maio de 1997) foi um educador brasileiro. Destacou-se por seu trabalho na área da educação popular, voltada tanto para a escolarização como para a formação da consciência. É considerado um dos pensadores mais notáveis na história da pedagogia mundial[1], tendo influenciado o movimento chamado pedagogia crítica.

"Quem conhece pouco muito repete" Thomas Fuller

terça-feira, 15 de dezembro de 2009


ESTÁ FRIO!
Não consigo introduzir o poema que eu queria...
Estou furiosa!
Tenham pena de mim!
Vou dar 5 horas seguidas de aulas!
Querem ainda mais

domingo, 13 de dezembro de 2009

LIVREM-SE!

Livrem-se de dizer que oe professores têm uma bela vida. Estou farta de correcções e de ler disparates. Vou dormir pensando nestas belas palavras.
CANÇÃO DA FELICIDADE - SEBASTIÃO DA GAMA:

... Pois à minha vida nada lhe faltava.
Minha taça estava toda ela cheia.
Nem fazia ideia que pudesse haver mais algum prazer que aquele que eu tinha.
Pela manhãzinha pela tarde quente, ninguém mais contente pela rua andava.
As mãos, se as fechava, as mãos, se as abria, tudo quanto havia tudo havia nelas.
Não pedia Estrelas, não pedia flores, não pedia amores, porque os tinha já.
Que de enigmas há! Como a Vida tem coisas que a ninguém passam p’la cabeça!
Antes que me esqueça deixem-me contar: hoje fui passear, manhãzinha ainda,
e vi a mais linda de todas as rosas: pétalas sedosas, vermelhas, brilhantes...

«O que eu quero principalmente é que vivam felizes».Não lhes disse talvez estas palavras, mas foi isto o que eu quis dizer. No sumário, pus assim: «Conversa amena com os rapazes». E pedi, mais que tudo, uma coisa que eu costumo pedir aos meus alunos: lealdade. Lealdade para comigo, e lealdade de cada um para cada outro. Lealdade que não se limita a não enganar o professor ou o companheiro: lealdade activa, que nos leva, por exemplo, a contar abertamente os nossos pontos fracos ou a rir só quando temos vontade (e então rir mesmo, porque não é lealdade deixar então de rir) ou a não ajudar falsamente o companheiro.«Não sou, junto de vós, mais do que um camarada um bocadinho mais velho. Sei coisas que vocês não sabem, do mesmo modo que vocês sabem coisas que eu não sei ou já esqueci. Estou aqui para ensinar umas e aprender outras. Ensinar, não : falar delas. Aqui e no pátio e na rua e no vapor e no comboio e no jardim e onde quer que nos encontremos».Não acabei sem lhes fazer notar que «a aula é nossa». Que a todos cabe o direito de falar, desde que fale um de cada vez e não corte a palavra ao que está com ela.

E eu, que tinha dantes quanto me bastava, nada me faltava para ser feliz,
eu, que nunca quis mais do que me deu o favor do Céu e o da humana gente,
fiquei tão contente como se essa rosa fosse misteriosa flor que eu desejasse;
como se andasse à procura dela por faltar só ela para ser feliz...
topo

Amanhã é outro dia!

sábado, 12 de dezembro de 2009

Neuras!


Neuras...

É mesmo isso. É oficial estou com uma neura do tamanho do mundo.

Nada a fazer a não ser esperar que passe.

Retirei o aquário que aqui tinha posto. Quero tirar a referência aos signos e não consigo. + neura...

Ficam os signos para que se saiba que nesta família 3 dos elementos femininos fizeram anos. Assim a C, a I. e a M. PARABÉNS!
Nenhuma fez anos na 5ª feira, mas...
....

Com que então caiu na asneira
De fazer na quinta-feiraVinte e seis anos!
Que tolo!Ainda se os desfizesse...
Mas fazê-los não parece
De quem tem muito miolo!
Não sei quem foi que me disse
Que fez a mesma tolice
Aqui o ano passado...A
gora o que vem, aposto,
Como lhe tomou o gosto,
Que faz o mesmo? Coitado!
Não faça tal: porque os anos
Que nos trazem? Desenganos
Que fazem a gente velho:Faça outra coisa: que em suma
Não fazer coisa nenhuma,
Também lhe não aconselho.
Mas anos, não caia nessa!
Olhe que a gente começa
Às vezes por brincadeira,
Mas depois se se habitua,
Já não tem vontade sua,
E fá-los queira ou não queira!

Dia de Anos
João de Deus
Com que então caiu na asneiraDe fazer na quinta-feiraVinte e seis anos! Que tolo!Ainda se os desfizesse...Mas fazê-los não pareceDe quem tem muito miolo!Não sei quem foi que me disseQue fez a mesma toliceAqui o ano passado...Agora o que vem, aposto,Como lhe tomou o gosto,Que faz o mesmo? Coitado!Não faça tal: porque os anosQue nos trazem? DesenganosQue fazem a gente velho:Faça outra coisa: que em sumaNão fazer coisa nenhuma,Também lhe não aconselho.Mas anos, não caia nessa!Olhe que a gente começaÀs vezes por brincadeira,Mas depois se se habitua,Já não tem vontade sua,E fá-los queira ou não
De quem tem muito miolo!
...porque os anos
Que nos trazem

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Saudades!

Prendre concience qu'on rêve met fin au rêve" - Osho RAJNEESH
Aviso:
Não sei quem são estas pessoas!
Só sei que a foto foi tirada em S. Sebastião num fim de tarde e era Verão. E tenho saudades.

A tarde trabalhava
sem rumor
no âmbito feliz das suas nuvens,
conjugava
cintilações e frémitos
rimava
as ténues vibrações
do mundo,
quando vi
o poema organizado nas alturas
reflectir-se aqui,
em ritmos, desenhos, estruturas
duma sintaxe que produz
coisas aéreas como o vento e a luz.
Carlos de Oliveira

"Il n' y a qu'un devoir, c'est d'être heureux" Denis DIDEROT

Lá vou eu...

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009


La colère est une dispersion d'energie. Évitez de gaspiller vos ressouses. Hervé DESBOIS
É assim...
Fico irritada com as dificuldades que encontro

Aventuras

Cá vou continuando as minhas aventuras interactivas. Vou pouco a pouco realizando as tarefas necessárias.

O que faço existente. Não sei gravar o que vou realizando e então é tudo engolido. É um buraco negro .

Mas fiz e nunca pensei que conseguisse.


Chove...

Mas isso que importa!

se estou aqui abrigado nesta porta

a ouvir na chuva que cai do céu

uma melodia de silêncio

que ninguem mais ouve

senão eu?

Chove

Mas é do destino

de quem ama

ouvir um violino

até na lama.

José Gomes Ferreira

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009